Custava quanto? História —

Custava quanto?

Quanto custava.
Quanto custa.
O que mudou.

Uma investigação em dados sobre preços, poder de compra e indicadores econômicos no Brasil, de janeiro de 2019 ao último dado disponível — medidos sempre com a mesma régua, ao lado do que se noticiava em cada momento.

Cada linha acima é uma das séries deste projeto, mês a mês, desenhada na própria escala — só o formato importa aqui. Em destaque: —.

De dez/2022, na troca de governo, ao último dado

Dólar, Selic e Ibovespa: dado diário · demais: mês · fontes: ANP, Banco Central, IBGE, B3

    Escolha uma história

    01Índice

    Escolha uma história.

    Quinze séries, três famílias. Cada linha mostra o valor na troca de governo, o último dado e a variação entre os dois.

    Combustíveis · R$ por litro

    —

    —

    —

    — —
    — —

    —

    02Preço

    Mês a mês, desde 2019.

    —

      Toque, passe o mouse ou use as setas do teclado sobre o gráfico para ler cada mês.

      Ver os números em tabela

      O que se noticiava

        Contexto, não causa. Matérias reais, com link para a publicação original. Mostram o que se noticiava naquele momento; estar perto de um ponto do gráfico não explica o número.

        03Bolso

        Quanto um salário mínimo comprava?

        —

        04Contexto

        O que mais se movia ao mesmo tempo.

        —

        Contexto, não causa. Estas séries aparecem juntas porque andam no mesmo calendário. Isso não prova que uma explique a outra.

        05Máquina do tempo

        Como estava o Brasil em —

        Naquele momento, no noticiário

        Contexto, não causa. Matérias publicadas perto do mês escolhido. Mostram o que se noticiava, não explicam os números ao lado.

        06Períodos

        Mesma régua, dois períodos.

        O que aconteceu com cada indicador durante cada governo, medido do mesmo jeito: do primeiro ao último dado de cada recorte. Sem nota e sem placar. As cores só identificam o período.

        Recorte

        07Análise

        Dois governos.
        Os mesmos dados.

        Uma comparação entre os períodos Bolsonaro e Lula nos indicadores que este projeto acompanha, com a pergunta, a régua e o critério definidos antes de olhar os resultados. Esta página não diz em quem votar: mostra o que os números permitem afirmar, e o que não permitem.

        Ilustração gerada por IA: o barulho ao redor dos números. Não representa pessoa nem dado real.

        Antes de comparar, uma regra

        Urna eletrônica da Justiça Eleitoral, com a tela apagada e o dedo de uma pessoa sobre a tecla verde Confirma.
        Urna eletrônica. Esta página não é sobre voto: não dá nota nem escolhe vencedor. Foto: reprodução; fonte e licença a confirmar.
        1. A pergunta vem antes do resultado. Cada dimensão tem uma pergunta e um critério escritos na metodologia antes do cálculo. Mudar depois exige nova versão.
        2. “Subiu” não é “melhorou”. Preço real em queda significa menos pressão sobre o consumidor; PIB em alta, mais atividade. Dólar, Selic e Ibovespa não têm direção única para todos e só são descritos.
        3. Sem nota, sem vencedor. Cada dimensão vira uma leitura. A soma usa só o sentido de cada uma, com pesos visíveis que você pode mudar.

        Correlação temporal não é causalidade. Uma mudança observada durante um governo não significa, por si só, que tenha sido causada por uma decisão daquele governo.

        Parte 1

        Primeiro, colocamos os períodos na mesma régua.

        Em 1 minuto

          Quer conferir os cálculos? Continue abaixo: cada linha tem a pergunta, os números, o gráfico e a fonte.

          Parte 2

          O que estamos medindo?

          Parte 9

          O que mais pesou?

          Os maiores movimentos entre as séries em variação real, do custo de vida e do poder de compra. Um item extremo não decide a leitura sozinho, porque cada dimensão é lida pela mediana.

          Parte 10

          Como diferentes prioridades mudam a leitura?

          Nenhuma dimensão representa sozinha a situação econômica. Aqui você pode alterar quanto cada dimensão pesa na leitura agregada e observar como a síntese muda.

          Suas prioridades

          Os pesos são uma preferência sua, não um dado: não existe um conjunto certo. Mudar os pesos muda a interpretação, e isso não prova qual governo foi melhor. É uma análise de sensibilidade.

          Leitura com estes pesos

          Quanto a conclusão depende dos pesos?

          Parte 11

          Em resumo

          Parte 12

          Contexto importa.

          Marcos que se sobrepõem aos períodos, cada um com a fonte original. A relação com os indicadores é só de data: proximidade no tempo não é evidência de causalidade.

            Ver a linha do tempo completa.

            O que os dados não permitem concluir

            Causalidade

            Uma mudança durante um governo não prova que o governo a causou.

            Choques externos

            Pandemia, guerra, commodities e juros internacionais atingem os dois períodos de formas diferentes.

            Defasagens

            Alguns efeitos aparecem meses depois, às vezes já sob outro governo.

            Outros poderes

            A Selic é decidida pelo Copom, do Banco Central, com mandato próprio; gastos e impostos passam pelo Congresso.

            Estados e municípios

            ICMS e outras decisões locais afetam os preços de combustíveis e alimentos.

            Composição dos indicadores

            Dar o mesmo peso à gasolina e ao PIB não os torna equivalentes: cada indicador mede uma coisa diferente.

            Dados ausentes

            Contas públicas, investimento, desigualdade de renda e informalidade não fazem parte desta versão. Nada aqui avalia “tudo” sobre um governo.

            Período em curso

            O período Lula ainda não terminou: qualquer leitura sobre ele é parcial.

            Fotografia em preto e branco de um protesto à noite: um homem de máscara segura a bandeira do Brasil sob um cartaz escrito Chega de políticos corruptos.
            Protesto. Foto de contexto sobre o clima político: não é dado nem posição do projeto. Foto: Jeferson Alves (nome impresso na imagem); fonte e licença a confirmar.

            Encontrou um problema?

            Se você identificar uma fonte incorreta, um cálculo inconsistente ou uma escolha metodológica questionável, confira a metodologia e os arquivos em Método › Audite a análise e registre no repositório público do projeto. Mudanças na metodologia ganham nova versão e ficam registradas.

            08Arquivo

            As fontes por trás dos números.

            Matérias, documentos e registros usados para contextualizar os dados do CUSTAVA QUANTO?.

            Cada item abre a página original; título, veículo e data foram conferidos nela. Para ver o que estava acontecendo, em ordem cronológica, vá ao Contexto.

            09Método

            Como chegamos a estes números.

            As séries foram calculadas antes, em Python, a partir de fontes públicas, e gravadas num arquivo que qualquer pessoa pode conferir. O navegador só escolhe dois pontos já prontos, compara e desenha.

            AFontes
            Combustíveis — ANP
            Série histórica de preços de combustíveis. Levantamento semanal por posto revendedor, agregado aqui em média mensal nacional.
            Alimentos e inflação — IBGE/SIDRA
            IPCA geral (usado para corrigir preços) e variação mensal oficial de cada item da cesta.
            Dólar, Selic e salário mínimo — Banco Central (SGS)
            Dólar PTAX venda (série 1), Meta Selic (série 432), salário mínimo (série 1619). Dólar e Selic também têm a série diária, usada para comparar o último dado de dez/2022 com o último dado disponível.
            Ibovespa — B3
            Estatísticas históricas públicas do índice. Fechamento do último pregão de cada mês nos gráficos; nas comparações, o último pregão de dez/2022 e o último pregão disponível. Não é tempo real garantido.
            Petróleo — FRED (St. Louis Fed)
            Brent, dólares por barril, convertido para reais pelo câmbio médio do mês.
            Preço observado de arroz e feijão — CONAB
            Sistema de Informações de Mercado, dataset "Preços Agropecuários", nível Varejo — Arroz Tipo 1 e Feijão Cores Tipo 1, R$/kg, por UF. Somado ao índice IBGE (que continua existindo para os dois), nunca no lugar dele. Auditoria completa das fontes avaliadas para preço de alimento, incluindo por que carne, leite, óleo de soja e café continuam só com índice, em docs/AUDITORIA_PRECOS_ALIMENTOS.md.
            Mercado de trabalho — IBGE, PNAD Contínua (SIDRA)
            Taxa de desocupação (tabela 6381, variável 4099), taxa composta de subutilização da força de trabalho (tabela 6441, variável 4118) e rendimento médio mensal real habitual (tabela 6390, variável 5933). Brasil, pessoas de 14 anos ou mais. O IBGE divulga um resultado por mês, em trimestre móvel (média dos três meses que terminam naquele mês); cada ponto é identificado pelo mês em que termina. O rendimento real já vem deflacionado pelo IBGE (IPCA, a preços do mês do meio do trimestre mais recente divulgado); o projeto não aplica um segundo deflator. Entram na comparação só os trimestres inteiros dentro de cada período. O IBGE suspendeu a coleta presencial da PNAD Contínua em março de 2020, o que pede cuidado ao ler as séries daquele ano.
            PIB — IBGE, Sistema de Contas Nacionais
            Tabela 5932 (Contas Nacionais Trimestrais: taxa de variação trimestral) e Tabela 6784 (Contas Nacionais Anuais: PIB a preços correntes, PIB per capita, população). O crescimento real do PIB mostrado aqui é a "taxa acumulada ao longo do ano" apurada no 4º trimestre — o mesmo número que o IBGE e a imprensa chamam de "o PIB cresceu X% no ano". O IBGE pode revisar dados já publicados em divulgações seguintes; este projeto reflete a última revisão disponível no momento em que os dados foram baixados, não um arquivo histórico congelado.
            BComo calculamos
            Na época (nominal)
            O preço observado no mês, como estava na bomba ou na prateleira.
            Corrigido pela inflação (real)
            O preço de cada mês convertido para reais do mês mais recente, usando o IPCA geral. Responde: quanto isso custaria em dinheiro de hoje?
            % do salário mínimo
            Preço dividido pelo salário mínimo vigente naquele mês — não por um valor fixo atual.
            Preço observado × índice encadeado (arroz e feijão)
            São duas contas diferentes, nunca misturadas num só número. O preço observado (R$/kg) vem da CONAB, nível Varejo, e é a média simples entre as UFs que a CONAB pesquisou naquele mês — uma conta deste projeto, declarada como tal sempre que aparece; a CONAB não publica um preço nacional oficial para esta série. O índice de preço (jan/2019 = 100) vem do IBGE e mostra a variação oficial, não um valor em reais. As duas convivem lado a lado nas histórias de Arroz e Feijão; os outros quatro alimentos (carne, leite, óleo de soja, café) seguem só com o índice — ver Limitações.
            Três pontos de referência
            Início da série (jan/2019): primeiro dado histórico; é também a base dos índices de alimentos (jan/2019 = 100). Troca de governo (dez/2022): último dado do governo Bolsonaro, ponto de partida padrão de toda comparação entre os dois períodos. Último dado disponível: descoberto automaticamente nos dados, sem data escrita no código. Trocar o ponto de partida no Índice para jan/2019 mostra a série completa, mas isso não é uma comparação entre governos.
            Variação
            Comparação entre dois pontos: o ponto de partida escolhido e o último dado disponível. Dólar, Selic e Ibovespa usam o dado diário (com a data real de cada ponto); os demais, o mês. Para taxas (Selic, IPCA), a diferença é em pontos percentuais (p.p.), não em %.
            Base 100 (Contexto)
            Cada série é dividida pelo próprio valor no ponto de partida e multiplicada por 100. Assim coisas de unidades diferentes cabem na mesma régua: 130 quer dizer 30% acima do ponto de partida.
            Períodos
            Bolsonaro: jan/2019 a dez/2022. Lula: jan/2023 ao último dado disponível (em curso, sem "último dia" ainda). Os recortes de 1, 2 e 3 anos comparam janelas da mesma duração.
            PIB real × PIB nominal × PIB per capita
            Três contas diferentes, nunca misturadas num só número. O PIB real (a variação em % mostrada no gráfico principal) mede crescimento, descontada a inflação. O PIB nominal (em R$) e o PIB per capita (em R$) são valores correntes, sem esse desconto — aparecem como fatos à parte, nunca somados ou comparados diretamente com a variação real. O PIB é uma série anual, não mensal: um ano só ganha uma variação real quando o IBGE fecha o resultado do 4º trimestre; até lá, aparecem os trimestres já publicados, nunca uma estimativa do ano inteiro.
            C2Estimativa para meses sem pesquisa da ANP

            A ANP informa que não fez pesquisa de preços de combustíveis entre 23/08 e 17/10/2020 (troca do contrato de coleta). Não existe valor oficial de setembro/2020. Para a Máquina do tempo, e só nela, mostramos uma estimativa claramente marcada com “≈”.

            Fórmula
            estimativa = último preço médio da ANP antes da lacuna × (1 + variação mensal do item no IPCA do IBGE naquele mês). Itens: gasolina, etanol, óleo diesel (usado também para o diesel S10) e gás de botijão.
            Verificações mostradas junto
            Interpolação linear entre o último e o primeiro preço observados pela ANP, e um “teste de volta”: aplicar a variação do IPCA do mês seguinte à estimativa e comparar com o preço que a ANP de fato observou depois. Para a gasolina a diferença é de −0,2%; para etanol, diesel e gás, de 2,5% a 4%.
            Limites
            Agosto e outubro de 2020 têm coleta parcial na ANP, e o IPCA cobre períodos ligeiramente diferentes do mês civil. A estimativa não entra em variações, médias, períodos nem comparações; os gráficos continuam interrompidos.
            Fontes
            ANP (preços médios e aviso da suspensão), IBGE/SIDRA, tabela 7060 (IPCA por item) e a reportagem da Agência Brasil de 22/09/2020, que registra o reajuste de 4% da gasolina nas refinarias e o último preço médio da ANP (R$ 4,268, semana de 16 a 22/08).
            CLimitações
            • Proximidade temporal entre preço, notícia ou evento não implica relação de causa e efeito.
            • Os dois períodos têm durações diferentes: o primeiro tem 48 meses; o segundo ainda está em curso. Por isso existem os recortes de mesma duração.
            • Alimentos aparecem como índice (IBGE): o IBGE não publica preço médio nacional por item para todo o período. Arroz e feijão também têm um preço observado em R$/kg (CONAB, varejo) — uma média entre UFs calculada por este projeto, não um número nacional oficial; carne, leite, óleo de soja e café seguem só com índice, porque a fonte de preço mais próxima encontrada mede o produtor ou o atacado, não a prateleira (ver docs/AUDITORIA_PRECOS_ALIMENTOS.md).
            • "Feijão Cores Tipo 1" (nome da série da CONAB) pode não ser exatamente o mesmo produto que "Feijão carioca" (subitem do índice IBGE) — carioca é a variedade dominante da categoria "cores", mas a CONAB pode agregar outras cores junto. Os dois números aparecem lado a lado com o nome de cada fonte, nunca como se fossem o mesmo produto.
            • "Carne" é o corte patinho, referência do IBGE; não é a média de todos os cortes.
            • A ANP não tem dado de alguns meses — por isso as linhas de combustíveis ficam interrompidas neles.
            • Tudo é média nacional. Os dados de combustível têm quebra regional, que esta versão não mostra.
            • O salário mínimo é o piso nacional; alguns estados têm pisos maiores.
            • A variação entre dois meses depende muito dos meses escolhidos. Os gráficos mostram o caminho inteiro por isso.
            • PIB não é atribuído a governo. Os períodos "2019–2022" e "2023–em curso" aqui são só cronologia — recortes de calendário, não uma nota de desempenho do governo em exercício. Este projeto não classifica, pontua ou elege um "melhor" ou "pior" resultado de PIB entre os dois períodos.
            • O PIB trimestral e o anual não são somados nem misturados numa mesma linha: a variação anual só aparece quando o 4º trimestre do ano é divulgado pelo IBGE. Eventos próximos no tempo ajudam a contextualizar a série, mas proximidade temporal não demonstra causalidade.
            • Dados de PIB do IBGE estão sujeitos a revisão em divulgações seguintes; os valores aqui refletem a última revisão disponível quando os dados foram baixados, não necessariamente o número mais recente publicado pelo IBGE no momento em que esta página é lida.
            DDefinições
            IPCA
            Índice oficial de inflação do Brasil (IBGE). Na história "Inflação", mostramos o IPCA acumulado em 12 meses.
            Selic-meta
            A taxa básica de juros definida pelo Copom. Não é a Selic efetiva diária, que fica muito perto dela mas é outra série.
            Dólar PTAX
            Cotação oficial calculada pelo Banco Central; usamos a de venda. Gráficos e Contexto usam a média do mês; as comparações entre dois pontos usam a cotação diária.
            Ibovespa
            Principal índice da bolsa brasileira. É medido em pontos, não em reais.
            Brent
            Referência internacional do preço do barril de petróleo.
            Índice (base 100)
            Mostra variação, não preço. 150 quer dizer 50% acima do ponto de referência.
            Nível de comercialização (CONAB)
            Em que ponto da cadeia o preço foi pesquisado: produtor, atacado ou varejo. Este projeto usa só varejo — o preço pago pelo consumidor final — porque é o único comparável com o que a pessoa paga na prateleira.
            Preço nacional oficial × média calculada
            A CONAB pesquisa preço por UF, não publica um número "Brasil" para esta série. Quando este projeto mostra um valor único, é a média simples entre as UFs pesquisadas naquele mês — sempre rotulada assim, nunca apresentada como um dado oficial da CONAB.
            PIB (Produto Interno Bruto)
            Soma de tudo o que o país produziu num período. A variação real (%) mostrada aqui desconta a inflação; é a métrica de crescimento. O PIB nominal (R$) e o PIB per capita (R$) não descontam a inflação — servem para ver o tamanho da economia em valores correntes, não para medir crescimento.
            Taxa acumulada no ano (PIB)
            Variação real do PIB do ano inteiro, apurada quando o IBGE divulga o resultado do 4º trimestre. Diferente da taxa trimestral isolada (que compara só um trimestre com o mesmo trimestre do ano anterior).
            EContexto histórico: notícias e eventos

            Proximidade no tempo não é evidência de causalidade. O contexto histórico existe para mostrar o que estava acontecendo em torno de um período, não para atribuir responsabilidade automática. O texto do site diz “contexto do período”, “evento próximo no tempo” ou “ocorreu no período”; nunca “causou” ou “provocou”. Afirmações contestadas são atribuídas a quem as fez.

            O que entra
            Marcos com efeito econômico amplo e documentado que se sobrepõem a movimentos visíveis nas séries: choques externos, decisões de política monetária, fiscal e tributária, mudanças regulatórias e publicações oficiais de dados. Não se busca uma notícia por mês: a densidade acompanha a relevância de cada época.
            De onde vêm
            Fontes oficiais (IBGE, Banco Central, ANP, legislação), Agência Brasil e veículos jornalísticos reconhecidos. Blogs, páginas de SEO, redes sociais e agregadores sem fonte não são usados. Cada item tem o link da matéria original.
            Como são verificados
            Um script (scripts/build_news.py) abre a página de origem e só publica o item se ela responde e o título confere com o da página. A data é a de publicação na fonte. Quando a página de um veículo bloqueia o acesso automático, o item só entra depois de conferência manual e sai marcado assim.
            Como se ligam aos indicadores
            Cada marco traz a dimensão e os indicadores a que se relaciona, o tipo de evento, a relevância e um resumo curto escrito pelo projeto (a curadoria está em data/news/marcos.json). A ligação é de época: o gráfico marca a data do evento e a lista mostra o valor da série no mês em que ele ocorreu.
            Fotos
            Quando a matéria tem foto própria, ela é usada com o crédito da página: as da Agência Brasil têm licença CC BY 4.0; as dos demais veículos são a imagem de capa da matéria, só como referência visual, sem licença de reprodução própria. Sem foto, o cartão fica sem imagem; nenhuma foto é criada.

            O capítulo Arquivo reúne todas as fontes do projeto, com busca e filtros; o Contexto mostra, em ordem cronológica, os marcos que ajudam a entender o momento. Os dois se ligam por “Ver no Arquivo” e “Ver no Contexto”.

            Os gráficos da Máquina do tempo e do Preço também marcam poucas datas públicas (letras A, B, C…) só como referência de calendário. Estar perto de uma delas não significa ter sido causado por ela.

            FAtualização dos dados
            GAudite a análise

            10Apoie

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            Os dados, fontes e metodologia continuam disponíveis para consulta: Método · fontes dos dados.

            Fotografia em preto e branco de uma cabine de votação da Justiça Eleitoral, com uma pessoa parcialmente visível atrás dela.
            Cabine de votação. Sem partido, governo ou campanha por trás. Foto: reprodução; fonte e licença a confirmar.

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            • DadosColeta, tratamento e atualização de bases públicas.
            • InfraestruturaServidor, domínio, armazenamento e ferramentas necessárias para manter o projeto funcionando.
            • PesquisaTempo dedicado a encontrar fontes, verificar números e documentar metodologias.
            • DesenvolvimentoNovas visualizações, séries históricas, ferramentas e melhorias de acessibilidade.